
Nos dias de hoje não basta ter conhecimento, prática, é preciso ter ATITUDE; INICIATIVA: VONTADE... e muitas outras competências, mas hoje vou falar dessas que acredito serem a base para permanecer empregado.


Ser comissário de bordo é uma profissão que está ganhando cada vez mais espaço no mercado de trabalho, além de ser uma profissão linda, ela é bem remunerada, mas não basta você escolher sua profissão pelo salário, você tem que amar o que faz. Sabemos que os pilotos e comissários de bordo não tem rotina. Eles vivem de malas prontas e se pela manhã estão em uma cidade, na hora do almoço provavelmente estarão em outro lugar. Mas esses dois profissionais tem vivido momentos difíceis devido a crise aérea brasileira e os desastres.
Ao lado dos mecânicos de voo, os pilotos e os comissários de bordo compõe a tripulação de uma aeronave. Os pilotos operam os equipamentos e são responsáveis pela segurança dos tripulantes, passageiros e do próprio avião. Já os comissários garantem que todas as normas de segurança de voo estão sendo cumpridas, atendem aos passageiros e executam os serviços de bordo.
Para se formar comissário é necessário um curso de cerca de quatro meses com uma série de matérias divididas em quatro grupos: emergência, segurança e sobrevivência, regulamentação, fisiologia de voo e conhecimentos gerais de aeronave. Esses profissionais também fazem a prova da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil). Além do curso de formação, o comissário deve investir em um curso de idioma, preferencialmente o inglês, e cuidar da aparência. E um bom comissário deve ter vocação para lidar com o público, ser simpático, paciente, cortês e estar sempre disposto para dar o melhor de si em situações adversas.
Vale lembrar que para quem quer seguir esta profissão deve abrir mão de quase tudo, como por exemplo, família, amigos, emprego, pois você se torna uma pessoa viajada. Nunca tem local fixo para morar. O curso custa em torno de R$ 2.000.00, com duração de 4 a 6 meses. O salário gira em torno de R$ 3.500.00 a R$ 4.000.00
http://www.guiagratisbrasil.com/saiba-como-e-a-vida-de-um-comissario-de-bordo/


Sabe, às vezes pode acontecer de se formar em uma profissão, um curso e depois de receber o diploma, já no mercado de trabalho, de repente você se vê não executando aquilo que estudou durante a faculdade, você se vê em outra área de trabalho, e aí?!
Bom, eu sou uma dessas pessoas, agora estou na área de vendas, e muita gente me pergunta: Você desistiu da sua área? Eu respondo que a área que escolhi num primeiro momento, que foi minha formação não deu certo até esse momento. E como todos têm que trabalhar, a gente descobre habilidades que até então eram desconhecidas. Assim sou eu hoje, em uma nova área, explorando novos caminhos.... vendas.
Às vezes é preciso mudar, mudar a maneira de falar, agir, vestir, cortar o cabelo, mudar a área de atuação para deixar de estar disponível para o mercado de trabalho (melhor do que dizer desempregado)...
Não tenha medo de mudar, arrisque, tente.... “tente outra vez” (Raul Seixas).
Por: Professor Clorofila
A vida... A vida é uma contínua luta pela sobrevivência: dias de vitórias, outros de derrotas. Muitos transformam os pequenos momentos de derrota numa avalanche de pessimismo, o fim de tudo, e desistem. Um futuro promissor sempre passará pela experiência de esquecer episódios negativos do passado, porém estes fracassos, apenas momentâneos, sempre ensinam o modo como não se deve fazer algo que resultou no erro.
Assim, para obtermos os sonhos que desejamos, temos que estar bem confiantes e bem determinados, ser persistentes, lutar e se espelhar na perseverança dos que vencem. Nossa estada por aqui é curta! E ainda perdemos tempo com lamentações?
Começo dizendo: nesta vida nada é fácil, pelo menos para a maioria das pessoas. “A vida é um vestibular, mas o vestibular não é a vida”, dizia um grande Professor meu. Concordo com ele.
Surgem neste transcorrer amigos e pensamentos e idéias que conduzirão à maturidade. Dizem que é nesta fase que começamos a saber o que queremos. Assim, surgem umas pessoas mais inteligentes, outras menos, baixos, altos, feios, bonitos, cada um com seus sonhos, com suas lutas, em lares pobres, ricos, acompanhados por pais presentes ou não.
No Ensino Médio começa a pressão para sabermos qual são nosso propósitos ou vocação. Temos que entrar na Universidade. “Ai, meu Deus, o vestibular”. Perguntam a nós o que queremos ser? Surgem respostas diversas, como: a minha vocação é ser médico, engenheiro, terapeuta, etc. Somam-se a isso dúvidas, batalhas envolvendo questões de relacionamentos (familiares, a dois, amizades). Faculdade, dificuldade de conseguir o primeiro emprego e por aí vai.
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As inscrições para os vestibulares de inverno de instituições de ensino superior de todo Brasil já estão abertas e alguns prazos de inscrição quase encerrados. Aqueles que desejam ingressar na universidade já no segundo semestre devem se atentar para as datas e também para os prós e contras destes vestibulares na metade do ano. Para os que pensam que enfrentarão uma concorrência menor, a notícia é que a disputa por vaga pode ser até 2,5 vezes maior.
Os vestibulares de inverno são realizados de acordo com as estratégias de cada instituição, não sendo determinados por normas gerais. Por isso, o número de cursos com vagas abertas para o segundo semestre varia bastante, mas pode-se notar que os tecnólogos e da área de humanas são os mais comuns nesta época. Algumas universidades promovem concursos para todas as áreas, porém, antecipar em seis meses a formação pode implicar num aumento significativo da concorrência.
A UEM – Universidade Estadual de Maringá, por exemplo,no curso de Medicina que tem em média 100 vestibulandos na disputa por uma vaga de não cotista e 50 para a de cotista no vestibular de verão, tem mais de 4.160 candidatos disputando as 16 vagas destinadas a não cotistas e mais de 420 as 4 vagas de cotas, o que resulta numa concorrência de mais 267 e 106 candidatos por vaga, respectivamente.
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